Duas
crianças brincavam, corriam e se divertiam juntas. Um menino magro e pobre cujo
pai era trabalhador da roça, um boia-fria.
A outra criança era uma menina muito bela de longos cabelos loiros e
brilhantes olhos azuis. Uma garota de
família de boa vida financeira e da qual
o pai era patrão de Frederico Terra, que por simples ironia do destino era pai
de Joãpó, o garoto magro e pobre.
Duas
crianças que desde pequenas construíram um vínculo, um amor. Só que desde pequenas foram impedidas de
viver esse amor. A classe social, ou
talvez uma rixa de família, ou um simples não querer um por perto do outro
causou a separação.
Para
a infelicidade e separação ainda maior dessas crianças, Joãpó e Marina, o
destino lhes pregou mais uma peça.